segunda-feira, 1 de abril de 2013

Um ano de fé, um ano de luta

Quando Bento XVI anunciou o Ano da Fé, muitos de nós não imaginávamos o que estava por vir. Um ano não somente de crer, mas de alicerçar a fé, de fazê-la frutificar, de defender a Igreja, resistindo às tentações e às mentiras deste mundo.
Bento XVI renunciou e, diante desta atitude de coragem, a mídia manipuladora e os operários anticristãos viram uma oportunidade, e explodiu-se, então, a perseguição sutil e inteligente contra nós e a nossa fé. Ficamos abalados e isso tornou-se o ponto fraco de muitos, o temor do que está por vir tirou muitos da fé incondicional.

Talvez, para muitos isso pareça ser exagero ou sensacionalismo, mas é preciso nos aprofundarmos na fé para termos um olhar espiritual e nos aprofundarmos no conhecimento de Deus; assim poderemos perceber a manipulação das informações que chegam até nós.
A Igreja, hoje, é alvo de acusações infundadas. Existe todo um trabalho para fazer com que seus próprios fiéis questionem seus dogmas, sua tradição e também as razões de Bento XVI; então, começam a querer fazer para si suas próprias verdades.
Questiona-se o celibato utilizando como desculpa a falha de alguns com a pedofilia. Questiona-se o matrimônio, alegando-se não ser necessário “gastar tanto dinheiro” (como se o sacramento necessitasse de tanto luxo); defende-se o aborto com a desculpa do direito da mulher sobre o próprio corpo, quer-se obrigar os padres a não dizerem mais que é pecado o homossexualismo com desculpa de ser homofobia; quer-se convencer de que não é necessário uma Igreja para crer e que Deus quer que amemos a todos, mas o amor que se prega, na verdade, é desculpa para a aprovação do pecado a qualquer custo. Diante disso, vamos percebendo que há todo um investimento em minar a fidelidade do povo a Cristo por meio da Igreja.

Nossos combates pessoais têm aumentado consideravelmente. A recusa da fé, também em nosso meio, tem crescido. Aumenta o número dos que se dizem ateus, seitas se multiplicam, supertições, medos, perseguições familiares, tudo parece estar contra nós. Será necessário que se sobreponha a nossa fé e a fidelidade.
O Ano da Fé, na realidade, revelou-se um ano de desafio para os cristãos, um ano em que precisaremos ser firmes na fé e mergulhar na doutrina da Santa Igreja, na fidelidade ao sucessor de Pedro, no conhecimento do Evangelho. É um tempo de conversão autêntica a Cristo Jesus.
Que se levantem apologetas (defensores da fé), levantem-se profetas, jovens castos, famílias santificadas pela oração, homens e mulheres de fogo e vigilantes; levantem-se autênticos cristãos para esse tempo de luta e fé, pois nossa luta precisa ser, mais do que nunca, intensa e verdadeira; somente assim veremos a vitória final de Jesus e a salvação definitiva de cada um de nós e nossas famílias.
Nas palavras santas e inspiradas de monsenhor Jonas Abib: “Ou santos ou nada!”.
“É isso o que constitui a vossa alegria, apesar das aflições passageiras a vos serem causadas ainda por diversas provações, para prova a que é submetida a vossa fé (mais preciosa que o ouro perecível, o qual, entretanto, não deixamos de provar ao fogo) redunde para vosso louvor, para vossa honra e para vossa glória, quando Jesus Cristo se manifestar. Esse Jesus vós o amais, sem o terdes visto; credes nele, sem o verdes ainda, e isso é para vós a fonte de uma alegria inefável e gloriosa, porque vós estais certos de obter, como preço de VOSSA FÉ a salvação de vossas almas” (IPedro, 1, 6-9).
Amém.
Fonte: Destrave

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